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      Logística Inbound

      Cross docking: Entenda como aplicar a logística de saída!

      2 anos atrás - por:

      cross docking

      Os profissionais do setor de logística e suprimentos entendem que a distribuição de mercadorias começa antes do embarque no caminhão. O processo de estocagem que precede a separação e a expedição é fundamental para garantir que os produtos cheguem até o destino. Nesse cenário, uma das metodologias que se destaca é a chamada de cross docking.

      Trata-se de apenas mais uma das etapas que compõem a cadeia de suprimentos tanto para o abastecimento da produção quanto para a distribuição de itens. Portanto, o gestor dessa área deve estar preparado para identificar e implementar técnicas capazes de tornar os processos mais ágeis e precisos.

      Interessou-se pelo assunto e quer aprofundar seus conhecimentos? Então, este artigo foi preparado especialmente para você. Acompanhe!

      O que é cross docking?

      Um dos maiores custos organizacionais têm origem na manutenção do espaço do armazém para a alocação de mercadorias. Essa é uma prática comum, que tem a finalidade de assegurar que o estoque seja capaz de atender à demanda do mercado.

      Como tais condições são imprevisíveis, os gestores tentam estimar qual será o consumo no período para manter a disponibilidade de produtos suficiente. Porém, essa opção resulta em gastos elevados, o que prejudica os resultados da operação.

      O processo de cross docking surge como uma solução para o problema, ao propor que a distribuição ocorra de forma imediata. Mas o que isso quer dizer para o gestor? Quais são as reais mudanças?

      Em primeiro lugar, assim que o pedido é recebido, os produtos são enviados para o armazém ou centro de distribuição. No local, há o processamento dos pedidos, que termina com a etapa de expedição para o consumidor final.

      Quais são os benefícios dessa metodologia?

      De acordo com as mudanças propostas pelo cross docking, as empresas que utilizam essa técnica possibilitam a redução dos gastos com estoque que envolvem a manutenção do local adequado para esse processo. O importante é que o armazém pode ser significativamente menor, uma vez que o seu papel é apenas transitório.

      O gestor também ganha em termos de agilidade na entrega das mercadorias. Vale lembrar que o atendimento do prazo de frete é um dos principais fatores para a obtenção da satisfação dos clientes.

      Até mesmo o setor financeiro pode ser beneficiado e otimizar os resultados cada vez mais. Em função da quantia reduzida, o capital de giro imobilizado em produtos sofre queda. Como consequência, a empresa dispõe de mais recursos que podem ser direcionados a investimentos e melhorias na operação.

      Como o cross docking pode ser um obstáculo?

      Não há uma metodologia 100% à prova de erros — e o cross docking não é diferente. Existem alguns riscos relacionados à implementação desse tipo de gerenciamento de estoque.

      É importante que o gestor analise todas as informações disponíveis e, assim, tome sua decisão de forma estratégica. Para favorecer a adoção de medidas preventivas, listamos alguns problemas que podem surgir em sua operação. Confira!

      Eventual desabastecimento

      O cross docking depende da disponibilização de matérias-primas conforme a necessidade, ou seja, aplica a metodologia just in time. Essa prática requer o comprometimento dos parceiros para ser bem-sucedida.

      Portanto, se um dos fornecedores atrasa ou simplesmente não entrega os pedidos, a operação fica sujeita a atrasos e, em casos mais graves, interrupções. Nesse cenário, o atendimento dos clientes pode ser afetado pela falta de mercadorias para envio.

      Falta de comunicação

      A comunicação entre a empresa e seus parceiros é um dos fatores fundamentais para o funcionamento dessa forma de gerir o estoque. A falta de integração entre os sistemas da transportadora e da indústria impede:

      • rastreamento da rota;
      • o planejamento da distribuição;
      • o acompanhamento das entregas;
      • a verificação dos documentos de frete
      • a estimativa de preços dos serviços de transporte.

      Oscilação dos preços de compra

      Um dos motivos que justificam a manutenção de uma quantidade elevada de itens no armazém é proteger a empresa contra oscilações de preços no mercado. Esse fator é ainda mais relevante no caso de fornecedores estrangeiros, que estão sujeitos às variações cambiais.

      Já pelo ponto de vista do cliente, o aumento súbito dos valores pode resultar em insatisfação e queda no volume de vendas. Esse cenário exige um amplo planejamento para equilibrar os custos e manter a política de preços em patamares compatíveis com a concorrência.

      Como colocar essa metodologia em prática?

      A logística de distribuição é um processo complexo e envolve diversas áreas, como produção, estoque e fiscal. Portanto, existem adaptações fundamentais para que as melhorias possam ser implementadas com sucesso.

      Adquira um sistema de gestão

      Quanto mais um negócio cresce, mais complexos tendem a se tornar os processos de trabalho. Trata-se de um dos casos em que o cross docking depende da renovação tecnológica para ser executado. Por isso, é preciso buscar ferramentas informatizadas que sejam capazes de:

      • controlar o volume de estoque;
      • registrar as transações de venda;
      • sincronizar o fluxo de distribuição;
      • possibilitar o compartilhamento de informações.

      Um sistema de gestão também é uma necessidade quando consideramos a frota própria ou os parceiros logísticos envolvidos na distribuição. Dessa forma, há um maior controle sobre o processo e é possível acompanhar a performance da área.

      Qualifique a equipe para superar desafios

      O processo logístico requer a atuação de uma equipe capaz de solucionar problemas para os clientes. Esse resultado somente é possível com a adoção de uma postura flexível e ágil.

      O primeiro aspecto a ser desenvolvido é a disseminação de conhecimento sobre o processo e a execução das atividades. Trata-se de um dos meios mais eficazes de obter a real cooperação para o alcance dos objetivos organizacionais.

      Em segundo lugar, estão a autonomia e o estabelecimento da comunicação entre todos os elos da cadeia de suprimentos. Tal medida tem relação direta com a qualidade do trabalho realizado.

      Desenvolva parcerias com os fornecedores

      Essa prática é muito comum no setor industrial, que depende da pontualidade de seus fornecedores para abastecer a produção de forma programada. Portanto, os prazos de reposição, as datas de entrega e as quantidades exigidas devem ser acordadas entre ambas as partes.

      O mesmo vale para os fornecedores de serviços logísticos que atuam com a distribuição. Embora a execução da atividade possa ser terceirizada, sua gestão precisa ocorrer internamente. Isso quer dizer que o gestor deve:

      • tratar eventuais problemas com a entrega;
      • identificar as necessidades de coleta em entrega;
      • acompanhar o atendimento dos prazos dos clientes;
      • avaliar o desempenho dos fornecedores periodicamente.

      Quando uma empresa passa a aplicar o cross docking, é importante alinhar suas atividades para que os benefícios sejam obtidos em sua totalidade. Assim, serão notadas melhorias na operação, como a redução de custos, o aumento da agilidade das entregas e a qualidade do atendimento ao consumidor.

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      Por:
      eSales
      do autor

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